Vitória Clube SantarémSENIORES VITORIANOS À BEIRA DA TERCEIRA FINAL FOURO ditado diz que “não há duas sem três” e o Vitória Clube de Santarém parece não ter motivos para duvidar da sabedoria popular: os seniores masculinos, no passado sábado, vislumbraram novamente a estrelinha que os tem guiado a bom porto na Taça do Ribatejo e estão agora a um jogo de almejar a terceira final four consecutiva, algo que seria um feito notável para um clube com apenas cinco anos de actividade oficial. O triunfo que valeu o passaporte para os quartos-de-final foi obtido no reduto do Moreiras Grandes, a ferros, por 6-5.
Foi um jogo de contrastes, do qual o técnico Rui Batista preferirá reter os quinze minutos iniciais, de soberania total vitoriana e de acerto ao nível das movimentações. O resto foi o coração e o espírito de sacrifício a disfarçarem fantasmas defensivos que pareciam afugentados.
Alinharam Duarte na baliza, Tiago (1), Léo, Sérgio e Rodrigo (1); Castro (4), Vítor Azedo, Helder Guerreiro e Rico.
Infantis demolidoresBaixa-se uns centímetros, mas a alma é a mesma: continua a saga triunfal dos vitorianos de palmo e meio. Depois de um triunfo robusto no histórico jogo de estreia (6-0), os infantis do Vitória Clube de Santarém continuam dispostos, com laivos de belicismo, a pulverizar os placards electrónicos dos pavilhões distritais. No último sábado, diante do SC Ferreira do Zêzere os números foram ainda mais expressivos do que na ocasião anterior: 9-2! E poderiam tê-lo sido mais, a julgar pelas munições que tilintaram nos ferros, disparadas pelos nada furtivos atiradores vitorianos, que, cada vez mais, vão ganhando visibilidade nas arenas distritais.
Nota de destaque para o pistoleiro Francisco Veríssimo, com mais três balas mortais no dorso do oponente, depois do desenfreado tiroteio que protagonizou na estreia, quando assinou um poker. Mas não só: também o estratega João Diogo (o pêndulo da armada) merece um louvor especial, ao somar o primeiro remate certeiro com o emblema azul ao peito, culminando, com letal impiedade, uma das raras diligências que promoveu ao forte adversário.
O encontro apadrinhou também a primeira aparição de Manuel Almeida, um concorde a voar de poste a poste, e de Francisco Ramos, autêntico carro de assalto, que ajudou a desmantelar a defensiva contrária com um passe em bandeja de ouro para Vieira voltar a fazer estragos nas malhas do Zêzere. De resto, toda a artilharia esteve à altura: Pedro Martins, outro mercenário ao serviço do golo, bisou na contenda e Diogo Ferreira, embora em branco, dá mostras de que o seu pé esquerdo é uma bomba-relógio pronta a detonar a qualquer momento. E atenção: o aríete Tomás Veríssimo promete devastar o futsal nacional!
Escolinhas com lição bem estudadaO dia era de Vitória, e também o escalão de escolas mostrou ter a mira bem calibrada. As tropas provaram que não se registaram baixas na batalha de estreia, de má memória pelo resultado (1-5), mas épica pelo simbolismo. Desta feita, diante da Casa do Benfica das Caldas, o comandante Marco Macedo afinou a estratégia e, não obstante a boa réplica dada pelos promissores oponentes, que nunca desfraldaram a bandeira branca, o triunfo acabou por sorrir aos guerreiros vitorianos.
João Domingos, na sua primeira aparição, foi uma autêntica chaimite a abrir alas até à baliza, rubricando quatro tiros certeiros. Sempre muito bem secundado pelo aguerrido Tiago Figueiras (um golo) e pelas quatro damas de ferro vitorianas: Bia, Bibi, Inês e Francisca. O capitão Ricardo Ferreira foi a voz de comando de um esquadrão composto ainda por João Francisco, Tomás Agostinho, Gabriel Picoto e o repetente Tomás Veríssimo.

Fonte: Nota de Imprensa VC Santarém, enviada para
Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail